Feliz é o bonito.
Que se vê no espelho e gosta do que vê.
Que é visto com olhares aprovadores. (Não por sua beleza, mas por seu sorriso, pela beleza do seu olhar)
[...]
Feliz é bonito.
Na sua fase de beleza.
Maurício de Souza
Palavras que não consigo pronunciar. Palavras que não consigo expressar. Palavras guardadas no fundo do meu peito. Palavras que de alguma forma preciso gritar.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Chuva de verão - Bárbara M.
Está frio; as ruas estão calmas e serenas. O céu ficou cinza e a chuva cairá ao anoitecer.
Que vista bela!
Que vista bela!
Ode to my friend - Bárbara M.
Eu sei que você nunca vai poder ler isso.
De verdade, aonde você estiver, espero que esteja melhor do que aqui. Eu sei que você tinha seus problemas, dúvidas e receios. E você confiava seus desabafos amim (mesmo não me dizendo tudo o que se passava na sua cabeça), e você também me escutava; lembra daquela época?
Mas Rafael, isso não precisava acontecer. Rafael, muitas pessoas estão tristes agora com sua perda, inclusive eu. Por mais que muitas vezes seja complicado demonstrar o que sentimos, nunca deixamos de te amar.
Você é uma pessoa muito importante para mim e para muitos outros, mesmo que a vida tenha feito com que seguíssemos caminhos diferentes, nunca deixei de te considerar um amigo querido, e das poucas vezes que conseguimos nos esbarrar de novo, eu ficava realmente feliz em te ver, e em ver que estava rodeado de amigos, que você estava bem; engano meu.
Se a dor era grande e difícil de aguentar... se você acreditou que essa era a única solução... então... por favor, fique em paz agora.
Você foi a primeira pessoa para quem mostrei esse blog, a primeira pessoa que comentou, me incentivou, e me entendeu de verdade.
Me desculpe se não fiz nada por você.
Me desculpe, amigo, por não ter percebido a tempo,
por ter me enganado sobre seus sentimentos dolorosos.
Me desculpe.
De verdade, aonde você estiver, espero que esteja melhor do que aqui. Eu sei que você tinha seus problemas, dúvidas e receios. E você confiava seus desabafos amim (mesmo não me dizendo tudo o que se passava na sua cabeça), e você também me escutava; lembra daquela época?
Mas Rafael, isso não precisava acontecer. Rafael, muitas pessoas estão tristes agora com sua perda, inclusive eu. Por mais que muitas vezes seja complicado demonstrar o que sentimos, nunca deixamos de te amar.
Você é uma pessoa muito importante para mim e para muitos outros, mesmo que a vida tenha feito com que seguíssemos caminhos diferentes, nunca deixei de te considerar um amigo querido, e das poucas vezes que conseguimos nos esbarrar de novo, eu ficava realmente feliz em te ver, e em ver que estava rodeado de amigos, que você estava bem; engano meu.
Se a dor era grande e difícil de aguentar... se você acreditou que essa era a única solução... então... por favor, fique em paz agora.
Você foi a primeira pessoa para quem mostrei esse blog, a primeira pessoa que comentou, me incentivou, e me entendeu de verdade.
Me desculpe se não fiz nada por você.
Me desculpe, amigo, por não ter percebido a tempo,
por ter me enganado sobre seus sentimentos dolorosos.
Me desculpe.
domingo, 21 de setembro de 2014
Carcaça - Bárbara M.
"Naquele momento... me senti um pedaço de lixo...
Algo descartável.
Eu já não era mais a mesma.
Tudo piorou.
Eu não tinha ninguém, eram só eu e meus pensamentos.
Eu não podia dizer pra ninguém.
Eu não podia contar com ninguém.
Pra mim, morri por dentro e só me restou o corpo.
Um corpo usado.
Um corpo sujo.
Um corpo indesejado.
Não digo que hoje renasci.
Mas posso dizer que... não sou só carcaça."
Bárbara M.
Algo descartável.
Eu já não era mais a mesma.
Tudo piorou.
Eu não tinha ninguém, eram só eu e meus pensamentos.
Eu não podia dizer pra ninguém.
Eu não podia contar com ninguém.
Pra mim, morri por dentro e só me restou o corpo.
Um corpo usado.
Um corpo sujo.
Um corpo indesejado.
Não digo que hoje renasci.
Mas posso dizer que... não sou só carcaça."
Bárbara M.
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Definitivamente sou apenas uma adolescente.
Antes eu havia desistido do blog. Por um momento, pensei que a felicidade seria algo para sempre, mas... Sempre vou ter meus problemas, como qualquer pessoa.
Como estou neste exato momento? Muito bem, obrigada.
Mas sei que nem sempre vai ser assim.
...
Sabe o primeiro problema que tanto me incomoda? Nem eu sei. Mas sei do segundo, terceiro e do quarto.
Antes eu não me sentia uma pessoa adequada a sociedade, e de repente eu me vejo assim... Comum. Com problemas comuns, vida comum, pensamentos comuns, isso dá um bug no cérebro e me vem a cabeça de tantas coisas, antigas e recentes coisas, e isso me incomoda.
Pensar demais me incomoda e entristece.
E o mais incômodo é que isso é inevitável. É irritante, e me faz lembrar que sou só uma pessoa comum, com problemas comuns, não tenho quase nada com o que me preocupar, e as pessoas só fazem rir, como sempre.
Daí eu me lembro e sorrio também.
Lembro novamente que sou só uma pessoa comum, com vida comum e problemas comuns, e isso é algo maravilhoso! Simplesmente não tenho quase mais nada com o que me preocupar! ... Mas ainda tenho.
E obrigada por isso! Obrigada pelos textos sem nexo, pelas frases contraditórias, pelas dúvidas inquietantes e certezas absolutas, pelos incômodos bobos e confortos importantes, pelo saber de não saber, mas que se pode aprender.
Definitivamente eu sou apenas mais uma adolescente.
Ou estou apenas amadurecendo? Ou sendo infantil?
Ou só estou pensando besteiras e me complicando ainda mais, envolvendo passado e presente?
Ou talvez eu nunca tenha tido problemas e tudo foi um sonho, algo fruto de minha imaginação?
Eu não sei.
E você também não.
E quem vai saber do quê?
Boa noite e não quebrem a cabeça para me entender,
Bárbara.
Como estou neste exato momento? Muito bem, obrigada.
Mas sei que nem sempre vai ser assim.
...
Sabe o primeiro problema que tanto me incomoda? Nem eu sei. Mas sei do segundo, terceiro e do quarto.
Antes eu não me sentia uma pessoa adequada a sociedade, e de repente eu me vejo assim... Comum. Com problemas comuns, vida comum, pensamentos comuns, isso dá um bug no cérebro e me vem a cabeça de tantas coisas, antigas e recentes coisas, e isso me incomoda.
Pensar demais me incomoda e entristece.
E o mais incômodo é que isso é inevitável. É irritante, e me faz lembrar que sou só uma pessoa comum, com problemas comuns, não tenho quase nada com o que me preocupar, e as pessoas só fazem rir, como sempre.
Daí eu me lembro e sorrio também.
Lembro novamente que sou só uma pessoa comum, com vida comum e problemas comuns, e isso é algo maravilhoso! Simplesmente não tenho quase mais nada com o que me preocupar! ... Mas ainda tenho.
E obrigada por isso! Obrigada pelos textos sem nexo, pelas frases contraditórias, pelas dúvidas inquietantes e certezas absolutas, pelos incômodos bobos e confortos importantes, pelo saber de não saber, mas que se pode aprender.
Definitivamente eu sou apenas mais uma adolescente.
Ou estou apenas amadurecendo? Ou sendo infantil?
Ou só estou pensando besteiras e me complicando ainda mais, envolvendo passado e presente?
Ou talvez eu nunca tenha tido problemas e tudo foi um sonho, algo fruto de minha imaginação?
Eu não sei.
E você também não.
E quem vai saber do quê?
Boa noite e não quebrem a cabeça para me entender,
Bárbara.
Eu nunca vou ser uma pessoa completamente feliz - Bárbara M.
Mesmo que a pessoa seja feliz, ela sempre terá momentos de tristeza. Então... Ela ainda pode desabafar, não é?
Eu nunca vou ser completamente feliz.
Sempre terei aflições e traumas, como qualquer pessoa. Acho que ainda sou nova e por isso não sei lidar com certas coisas, situações, pensamentos. Sei que terei pesadelos de vez em quando com algo que me incomodava, vou acordar assustada, e me perguntar por que não esqueço de vez.
Eu nunca vou ser completamente feliz.
E toda as vezes que eu tiver esses pesadelos e acordar assustada, eu vou chorar. Mas não vou chorar de medo; vou chorar de alívio.
Alívio porque sei que já passou, sei que não vai voltar.
Eu nunca vou ser uma pessoa completamente feliz, mas eu vou me esforçar para ser... Eu mesma.
Mas quem sou eu...?
Vou descobrir.
Um bom fim de tarde para quem lê minhas abobrinhas,
Bárbara.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Além da Terra, além do Céu - Carlos Drummond
Além da Terra, além do Céu,
no trampolim do sem-fim das estrelas,
no rastro dos astros,
na magnólia das nebulosas.
Além, muito além do sistema solar,
até onde alcançam o pensamento e o coração,
vamos!
Vamos conjugar
o verbo fundamental essencial,
o verbo transcendente, acima das gramáticas
e do medo e da moeda e da política,
o verbo "sempreamar",
o verbo "pluriamar",
razão de ser e de viver.
no trampolim do sem-fim das estrelas,
no rastro dos astros,
na magnólia das nebulosas.
Além, muito além do sistema solar,
até onde alcançam o pensamento e o coração,
vamos!
Vamos conjugar
o verbo fundamental essencial,
o verbo transcendente, acima das gramáticas
e do medo e da moeda e da política,
o verbo "sempreamar",
o verbo "pluriamar",
razão de ser e de viver.
sábado, 11 de janeiro de 2014
O para sempre é impossível, por isso é tão belo.
A paixão gosta de respeito e se faz de amor eterno.
Mentira boa de ouvir e contar,
é essa de acreditar desconfiado,
que a gente conta sem se dar conta
quando(pensa que) tá amando.
Quem mente não são os amantes,
a mentira sai do coração
chega na boca como verdade,
toca as orelhas como jura.
Fica na alma como vaidade.
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